terça-feira, 13 de setembro de 2016

Pois é

   A partir do que vi e absorvi da minha vivência da realidade, desacredito na transformação utópica. Portanto, schopenhaueramente, limito-me a compreender essa realidade como forma de ócio, enquanto aguardo meu óbito. Sou feliz na medida em que conheço meu sofrimento (em partes) e resigno-me diante do desamparo inerente ao gênero humano. Como amo as ciências, que me distraem e me alienam do que eu sei! Minha razão há de limitar-se a compreender-se. Quer saber?!? Tudo resume-se a efemeridade, clichês e desejos. E era uma vez...