quarta-feira, 18 de novembro de 2015

A boa moral



   Após um bimestre letivo debatendo ética e moral em minha aulas de atualidade, algumas discussões filosóficas com meu professor e uma vida juvenil em percussão, produzi algo poético acerca da boa moral. Poderão notar alguma rima pobre, mas como eu costumo dizer: "Rimas pobres enriquecem". Sempre lembrando de analisar que meus poemas, que não são sonetos, nem sonemas, nem grandes produções (tipo uma de 46 estrofes que eu perdi :( ), têm sempre 7 estrofes ou número de estrofes múltiplos de 7, ou seja, sempre buscando a perfeição (bem propícia essa observação). Observem:

A boa moral

Eis o que é mais ético:
O imperativo categórico
Não o trate como hipotético
De altruísmo, ele é pletórico

Lá dentro de nosso âmago
O nefasto é inerente
Mas esse pendor é vago
A virtude está à frente

Desejo sempre que minha moral
Alinhe-se à melhor ética
Que eu apoie-me no bom umbral
Para fugir da vida valética

Irei fazer o mais cândido
Jamais por medo, mas por temor
Daquele que me desfaz rescindido
Daquele que me é superior 

É preciso dedicação e estudo
Para cumprir meu objetivo
Prestar atenção em tudo
Nesse tempo, que é aflitivo

Quando há escuridão
A Palavra é minha luz
Em momentos de aflição
Ela sempre me conduz

Se não ando em retidão
A consciência é meu alarme
O que por espírito planto, então,
Eu não colherei com a carne



Nenhum comentário:

Postar um comentário