Os Alvos Montes do Desenvolvimento
Ostentai casto porte
Ante o vislumbre desta terra
Que por ela não tereis morte,
Servindo-a sem temor da certa.
Asseados avancemos,
Ansiando o letramento,
Dentre outros tantos alvos,
Para que nós alcancemos
Os Alvos Montes do Desenvolvimento.
Floreada por verde esperança,
Flavescente de rica gente.
Que teu cerúleo firmamento
Traga a luz da paz futura
Pois nem tudo em ti é alvura.
Mas és apta, ó nação
A qualquer conjectura
De teu íntegro povo, então,
Com fins a atingir-se,
Os quais se construirão
À força de pilão,
De cimento, martelo, coração,
Discernimento, cutelo e à mão
E mentes à frente,
À potência de Itaipu,
Pois forte és tu,
País heterogêneo-sincrético
Nascido dum berço dialético.
Ó grande nação-tupi,
És centelha em nossos corações
Para ascender tais montes às razões,
De Caburaí
A Arroio Chuí
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