Retornando algumas postagens. Saudades do blog. Não deixei de produzir poesia nesse meio tempo. Apenas não as postava. Mas agora tenho várias guardadas. Quero manter um registro das minha produções e compartilhá-las, então vou postar tudo de uma vez.
Nada poderia existir
Poderia não existir nada
Mas alguma coisa existe
Alguma coisa inesperada
Meio aleatória
Mas que persiste
„Diga-me que é essa nóia
Para, para com essa paranóia
E vê se acorda
Acorde seus acordos
E só concorda
Siga a pular a corda“
É, acho que é o que faço
Não me resta outros planos
Que não deixar meu traço
Enquanto leio Augusto do Anjos
Observando meus passos
Meio a esse espaço euclidiano,
Ângulos em radianos,
Espaços vetoriais e planos
Planos concorrentes,
Planos tangentes,
Planos paralelos.
Universos paralelos
E o que tenho livre é minha mente
E com pessoas, meus elos
E feliz ou infelizmente
Séculos e séculos
Na imprecisão Hegeliana
Na escuridão da razão humana
Na incerteza dos tubérculos
Poderia não existir nada
Mas alguma coisa existe
Alguma coisa inesperada
Meio aleatória
Mas que persiste
„Diga-me que é essa nóia
Para, para com essa paranóia
E vê se acorda
Acorde seus acordos
E só concorda
Siga a pular a corda“
É, acho que é o que faço
Não me resta outros planos
Que não deixar meu traço
Enquanto leio Augusto do Anjos
Observando meus passos
Meio a esse espaço euclidiano,
Ângulos em radianos,
Espaços vetoriais e planos
Planos concorrentes,
Planos tangentes,
Planos paralelos.
Universos paralelos
E o que tenho livre é minha mente
E com pessoas, meus elos
E feliz ou infelizmente
Séculos e séculos
Na imprecisão Hegeliana
Na escuridão da razão humana
Na incerteza dos tubérculos

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